segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O que a Troika queria Aprovar

O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu!

 NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO... PUDERA...
O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!----
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores,
suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos
ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80,
profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na
Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras
libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não
servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir
milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções
nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E
os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de
cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem
ser auditados*?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa
reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200
euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas
Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização
dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem
verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das
Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo
País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das
horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e
até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e
entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não
permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal
como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a
compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e
respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos
contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por
nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe
total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO
SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR
DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que
servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de
província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás
oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre
aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo,
no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar,
julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado
e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN
e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos,
onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma
recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões
ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de
funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a
quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado),
que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se
locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo
ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo
preço que "entendem".

24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo,
confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram
patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando
preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas
pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos
dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência
aos que efectivamente dela precisam;

25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que,
daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra
crise".

26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com
que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de
justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não
prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que
tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos
ditos.

28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos
políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e
depois.

29. Pôr os Bancos a pagar impostos.

Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa
a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que
grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.

Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail, até percorrer todo o País.
POR TODOS NÓS, NOSSOS FILHOS E NETOS.
António Borges é um ignorante arrogante formado na escola da Goldman Sachs e do FMI Pág. 1
Eugénio Rosa – Economista – Este e outros estudos disponíveis em
www.eugeniorosa.com



ANTÓNIO BORGES MENTIU DESCARADAMENTE QUANDO AFIRMOU QUE AS DESPESAS COM
PESSOAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REPRESENTAM 80% DAS DESPESAS TOTAIS
Um dos aspetos que carateriza o comportamento dos grandes órgãos da comunicação social em
Portugal, e mesmo de certos jornalistas, é o de promoverem personalidades de direita em grandes
autoridades sobre certas matérias para que depois as suas opiniões sejam aceites, pela opinião
pública, como verdades indiscutíveis. É um processo clássico de manipulação da opinião pública,
que Philippe Breton, professor na Universidade de Paris-Sorbonne, no seu livro “
A Palavra
Manipulada
” designa por “argumento de autoridade” Segundo este investigador, “este argumento
baseia-se na confiança depositada numa autoridade em nome do principio de que não podemos
verificar por nós próprios tudo quantos nos é apresentado
” (2001:pág. 94).
Tudo isto vem a propósito de Antonio Borges, conselheiro do governo para as privatizações, bem
pago com dinheiro dos contribuintes, que é simultaneamente também administrador da Jerónimo
Martins. A comunicação social afeta ao governo tem procurado fazer passar este “senhor”, junto
da opinião pública, como um grande professor de economia e um experiente gestor (formado na
escola da Goldman Sachs e do FMI). Por isso interessa analisar, até pela importância que ele tem
junto deste governo, a credibilidade técnica e cientifica das afirmações deste “senhor”,
nomeadamente as feitas no dia 29.9.2012; portanto, não é o aspeto se são ou não convenientes.
No I Fórum Empresarial do Algarve, em que participou, António Borges declarou à comunicação social que “
a
medida [Taxa Social Única (TSU)] é extremamente inteligente, acho que é. Os empresários que se
apresentaram contra a medida são completamente ignorantes, não passariam do primeiro ano do meu curso
na universidade
” e, a propósito de baixar os salários nominais, que “as despesas com trabalhadores na
Administração Pública representavam 80% das despesas Totais
” (RTP, 29.9.2012). A primeira afirmação
(ofender os patrões) provocou grande alarido na comunicação social, mas a segunda (ofender os
trabalhadores) não causou qualquer reação, apesar de ser mentira e ser repetida pelo patrão da Jerónimo
Martins no dia seguinte nas declarações que fez no Telejornal das 13H da RTP, passando como verdadeiras
e alimentando a campanha contra os trabalhadores da Função Pública. Por isso, iremos começar por elas.
ANTÓNIO BORGES É UM IGNORANTE E MENTIU DESCARADAMENTE QUANDO AFIRMOU QUE A
DESPESA COM PESSOAL NA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA ERA 80% DA DESPESA TOTAL
O quadro 1, construído com dados constantes do Relatório que acompanhou a proposta de
Orçamento do Estado para 2012 elaborado pelo atual governo. portanto dados oficiais, mostra que
António Borges mentiu descaradamente quando afirmou que as despesas com Pessoal na
Administração Pública representam 80% da despesa total
Quadro 1 – Despesa Total e Despesa com Pessoal nas Administrações Públicas – 2010/2012
DESIGNAÇÃO

Milhões de euros
I - TODAS AS ADIMINISTRAÇÃO PÚBLICAS                      2010               2011                       2012
(Central, Local e Regional)
1-DESPESA TOTAL DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS   88.680,4             84.430,8             79.667,2
2-Despesa Pessoal das Administrações Públicas               21.093,0              19.858,9           16.929,9
3- Despesas de Pessoal em % da Despesa Total           
23,8%                    23,5%                 21,3%

II- APENAS ESTADO (Administração Central)
1-DESPESA TOTAL DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS
50.556,2             49.607,5                46.689,4
2-Despesa Pessoal do Estado (Administração Central)     
11.383,3                10.485,3                8.766,5
3-Remunerações certas e permanentes                             
8.445,3              8.031,2                  6.792,0
4-Despesas de Pessoal em % da Despesa Total                 
22,5%            21,1%                     18,8%
5-Remunerações certas e permanentes em % da Despesa Total
16,7%           16,2%                  14,5%
FONTE : Relatório da Proposta de Orçamento do Estado para 2012, págs. 55 e 72 - Ministério das Finanças
As despesas com Pessoal nas Administrações Públicas (Central, Local e Regional) representam,
em 2012, 21,3% das Despesas Totais das Administrações Públicas em Portugal, segundo dados
do próprio Ministério das Finanças, e não 80% como afirmou António Borges, Em relação ao
Estado, ou seja, a Administração Central, as despesas com Pessoal representam, em 2012,
apenas 18,8% da Despesa Total. Se a analise for feita às “Remunerações certas e permanentes”
conclui-se que, em 2012, as remunerações na Administração Central (Estado) representam
apenas 14,5% das despesas totais do Estado. António Borges ao afirmar que elas representavam
80% revela ignorância total, e mostra que não conhece nem estuda minimamente os assuntos de
que fala, estando mais interessado em utilizar a mentira na campanha contra os trabalhadores da
Administração Pública com o objetivo de justificar os ataques do governo ao seus direitos e às
suas condições de vida. São personalidades deste tipo, com este estofo técnico e ético, que certa
comunicação social e certos jornalistas promovem a grandes autoridades.
A DESCIDA DAS CONTRIBUIÇÕES PATRONAIS PARA A SEGURANÇA SOCIAL NÃO ERA “UMA
MEDIDA EXTREMAMENTE INTELEGENTE” COMO AFIRMOU ANTÓNIO BORGES
Se António Borges estudasse minimamente os assuntos de que fala, concluiria também que a
diminuição da TSU (Taxa Social Única) paga pelas empresas para a Segurança Social não era
uma medida inteligente, pois não teria quaisquer efeitos na competitividade das empresas,
determinando apenas a transferência direta de 2.200 milhões € dos bolsos dos trabalhadores para
os bolsos dos patrões, reduzindo a procura agregada, o que agravaria a situação económica e
financeira de centenas de milhares de empresas que vivem do mercado interno. E para concluir
isso bastaria que analisasse a estrutura de custos das empresas portuguesas. O quadro 2,
construído com dados divulgados pelo INE sobre a estrutura de custos das empresas não
financeiras em Portugal mostra, de uma forma quantificada, os reduzidos efeitos de tal medida.
Quadro 2 – Estrutura de custos das empresas não financeiras, e redução de custos determinada por
uma redução de 5,7 pontos percentuais nas contribuições das empresas para a Segurança Social
RÚBRICAS                                                                                         2008          2009        2010
Em milhares de euros
CUSTOS TOTAIS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS (1+2)       
208.397.995      188.117.253       207.577.366
1-Consumos intermédios                                                       
159.070.540      139.138.519        155.345.374
dos quais:
Matérias consumidas                                                             
71.207.554          56.141.942
Fornecimentos e serviços externos                                          
85.793.110          81.180.921
2-Custos com o pessoal                                                       
49.327.455         48.978.734          52.231.992
Remunerações                                                                      
38.421.950          38.131.487         40.544.335
Encargos sociais                                                                  
10.905.505         10.847.247          11.687.657
3-Redução de 5,75 p.p. na TSU
(5,75% dasRemunerações)        2.209.262            2.192.561           2.331.299
CUSTOS TOTAIS DAS EMPRESAS sem 5,75 p.p. TSU       
206.188.733        185.924.692        205.246.067
REDUÇÃO PERCENTUAL DOS CUSTOS TOTAIS COM
REDUÇÃO DE 5,75 PONTOS PERCENTUAIS NA TSU
DOS PATRÕES                                                                                  
-1,1%          -1,2%               -1,1%
FONTE: Empresas 2009 e 2010 - INE
Se António Borges conhecesse a estrutura de custos das empresas não financeiras portuguesas
saberia que uma redução de 5,75 pontos percentuais na taxa de contribuições patronais para a
Segurança Social (passar de 23,75% para 18%) provocaria uma redução de apenas 1,1% nos
custos totais das empresas portuguesas. Mesmo entrando com efeitos indiretos, a redução situarse,
para as empresas exportadoras, entre 1,5% e 2,4% (depende do setor), segundo cálculos que
fizemos utilizando os dados de um estudo divulgado pelo próprio governo em 2011. É evidente
para todos os leitores, que não seria com tal medida que se aumentaria a competitividade das
empresas portuguesas. E isto porque, por um lado, tal redução de custos é irrisória e ridícula e,
por outro lado, é facilmente anulada com qualquer variação positiva (apreciação) da taxa de
câmbio do euro. Por ex., entre 30 de Agosto e 12 de Setembro de 2012, o euro valorizou-se em
2,3% em relação ao dólar, o que seria mais que suficiente para anular aquela redução de custos.
A única justificação que encontramos para as afirmações de António Borges ao chamar
ignorantes os empresários que se opuseram à baixa da TSU das empresas à custa do aumento
dos descontos pagos pelos trabalhadores, é que eles poderiam meter no bolso assim, com a ajuda
do próprio governo, 2.200 milhões € aumentando os seus lucros, e não quiseram. No entanto,
António Borges, se tivesse alguns conhecimentos consistentes de economia portuguesa
certamente saberia que mais uma redução da procura interna, quando a maioria das empresas já
não conseguem vender o pouco que produzem, teria consequências dramáticas no tecido
empresarial português, lançando muitos milhares de empresas na falência e fazendo aumentar
ainda mais o desemprego, o que determinaria uma maior contração do mercado interno. Mas esta
“economista”, formado na escola da Goldman Sachs e do FMI, transformado por certa
comunicação social em “guru”, parece não conhecer este principio elementar da economia.
Utilizando as próprias palavras de Antonio Borges, podia-se dizer com propriedade que seria o
próprio António Borges que “
não passaria no 1º ano de um curso de economia da universidade”.
No entanto, as afirmações de António Borges tem o mérito, como consequência da sua
ingenuidade, de expressar publicamente, tornando assim claros para a opinião pública, os
objetivos e credibilidade técnica deste governo e desta maioria PSD/CDS.
Eugénio Rosa
Economista,
edr2@netcabo.pt , 30 de Setembro de 2012

Greves dos Maquinistas

Anda de mail em mail... Passo conforme recebi via mail...


As Greves dos Maquinistas



    Seria de esperar muito que o Sindicato dos Maquinistas levasse em conta nas suas decisões de greve a situação de pré-guerra em que o país se encontra? O direito à greve deste grupo de privilegiados que pára o país quando bem entende e que tem um senhor que comunica isso à população, -  que não tem alternativas de transporte para ir para o trabalho -  com um sorriso de grande felicidade no rosto, é sagrado?A situação social, económica e financeira do país vai agravar-se, o desemprego vai aumentar, os défices da CP provavelmente vão piorar e irão ser suportados pelas mesmas pessoas que o Sindicato dos Maquinistas deixa nas estações, paradas, sem comboio, impossibilitadas de ir trabalhar… Há aqui qualquer coisa que não bate certo.    Não trabalham (com estes ordenados, alguns dias sem salário não é grave), nem deixam trabalhar quem precisa do seu dinheiro, ganho com muito suor durante o mês, para alimentar a família…Greves dos MaquinistasMANDEM ESSES GARIMPEIROS OPORTUNISTAS PARA A SIBÉRIA, MAS SEM SAPATOS NEM CASACOS NEM GORROS PARA VEREM O QUE CUSTA A VIDA DO ZÉ POVINHO QUE PASSA TANTAS DIFICULDADES.  REQUISIÇÃO CIVIL AINDA É POUCO.As Greves dos Maquinistas  Vemos os maquinistas em sucessivas greves para defender os “seus direitos adquiridos”.Vemos também muitos milhares de utentes com os passes pagos, a faltar aos seus empregos, às consultas, sem direito ao transportes que lhes é negado. Vemos milhares de turistas enganados jurando não voltar mais a esta república das bananas.Já alguém (dos sindicatos) informou a população das reais razões que levam os maquinistas às greves sucessivas?É altura de divulgar !!! SÓ MAIS UM ESFORÇO PARA COLOCAR PORTUGAL NO MESMO CAMINHO DA GRÉCIA (5) Mais uma greve sem justificação!

 Estes são os salários dos funcionários do metro: Secretaria de Administração 3.753,59 € Mestre Serralheiro 2.969,30 Maquinista de manobras 2.785,17 Maquinista 2.587,25 Fiscal 2.020,66 Motorista 1.939,09 Enfermeiro 1.892,65 Agente trafego 1.642,41 Desenhador 1.547,09 Auxiliar 1.476,86  Os maquinistas ainda recebem um subsidio que varia entre 317 e 475,50 euros para abrir e fechar as portas. Os maquinistas fazem 3 horas por dia de condução. Os funcionários do metro, à semelhança com o que acontece com os funcionários da Carris e da Transtejo, quando se reformam têm a pensão que é igual à do último salário recebido no activo; quando estão de baixa têm direito a médico ao domicilio e recebem 100% do salário;
os Maquinistas têm direito a um subsídio por cada quilómetro percorrido , mais 68 euros se não faltar mais de 5 horas; e se não faltarem no mês todo mais um prémio de 223 euros; os empregados e reformados viajam gratuitamente assim como os cônjuges, os pais, filhos, enteados e irmãos que os trabalhadores tenham … Como resultado desta mamadeira toda só no ano passado o prejuízo foi de 390 milhões de euros...

NÃO É CHEGADA À ALTURA DE 'ARRANCAR' COM A REQUISIÇÃO CIVIL ? DO QUE É QUE O GOVERNO ESTÁ À ESPERA PARA ACABAR COM O PODER DESTA ARISTOCRACIA 'OPERÁRIA' QUE FAZ GREVES POR OBEDIÊNCIA PARTIDÁRIA E À CUSTA DO POVO DESEMPREGADO?TANTA GENTE DESEMPREGADA QUE ACEITARIA METADE DAQUELES “DIREITOS ADQUIRIDOS” !!!
Respeito muito quem precisa de trabalhar para viver, pois sou de uma geração sacrificada. Todavia acho que na situação em que se encontra o país, quem tem vencimentos destes não devia fazer greves que afectam outros portugueses. Muitos vão perder dias de trabalho, outros horas, mas todos eles ficarão lesados. Se a situação para esses que precisam de se deslocar no comboio já está má, com a greve dos maquinistas vai ficar péssima. Tenham compaixão das pessoas srs. Maquinistas!Elas não compreenderão porque motivo os srs. fazem greve, prejudicando-as escandalosamente. No meio de tanta desgraça, a situação dos srs. Maquinistas é francamente boa. Por favor repensem se estão a prejudicar o governo ou a prejudicar aqueles que necessitam de utilizar o comboio para ganharem o seu pão. A vossa greve é por perderem privilégios, não por ameaças de desemprego. Atentem bem no que se passa no país real, pois 95% da população está pior do que os Maquinistas. Defendam os vossos interesses sem prejudicar a vida de quem precisa do comboio para ir para o trabalho!




Daniel Pires Cameira

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Grande cigarra

O brilhante currículo profissional da formiga Miguel Macedo.
Vejam o currículo profissional do ministro que disse que, em Portugal há cigarras a mais e formigas a menos:

Deputado nas V, VI, VII, VIII, X e XI Legislaturas
Secretário de Estado da Juventude (1990-1991);
Vereador da Câmara Municipal de Braga (1993-1997);
Secretário de Estado da Justiça nos XV e XVI Governos Constitucionais (2002-2005);
Secretário-Geral do PSD (2005-2007);
Membro da Assembleia Municipal de Braga
Líder Parlamentar do PSD (2010-2011);



Isto é, como diz o povo este senhor "nunca fez nada na p... da vida" a não ser encostar o “traseiro” às cadeiras do poder. É este “artista” que sugere que o povo português é composto maioritariamente por gândulos?
Bem, o “rapaz”, como é conveniente para se ser deputado, ainda é sócio de um escritório de advogados e de uma empresa de consultadoria.
Esta formiguinha exemplar, foi uma das que em tempos declarou ao Tribunal Constitucional, que tinha uma casa em Lisboa, onde vivia, mas para sacar aos portugueses um subsídio de residência, declarou que morava em Braga. RECORDAM-SE?!
(FORMIGUINHA POUPADINHA!)

Não há ninguém que tire o pio a esta cigarra?
BASTA!











quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Provavelmente esta Senhora precisou de ir à Holanda para descobrir a pólvora.  Até sei que em Portugal, alguns pais " não regressam ás aulas no continente". Em portugal tivemos muitos desperdicio nas escolas que só agora se começa a apertar no sentido de poupar. Muito desperdicio de livros fornecidos gratuitamente aos alunos e outros materiais e refeições, sim desperdicio de refeições, muito pão no lixo, muita comida no lixo, muita fruta no lixo... e muito dinheiro no bolso para comprar bolos e outros produtos que se não se vendem no buffet das escolas, vendem-se no quiosque mais próximo.
Resta saber se ela estivesse em Portugal se não pensaria como a maioria dos pais. É pena que no nosso país os pais não tenham sabido ver aquilo que os alunos estragaram (ou não aproveitaram) à conta do Estado.




>
>
>
> A Holanda é um pequeno/grande País...e nós...com a mania das
> grandezas...somos...o que somos!!!!
> Aqui...tudo tem que ser NOVO...DE MARCA...E O MAIS CARO DE TODOS...PQ É O
> MELHOR!!!
>
>
> *Hábitos de poupança na Holanda*
>
>
> *Nada que interesse a Portugal, país rico?*
> *A leitura do texto dispensa comentários...*
> Helena Rico, 42 anos, Groningen, Holanda
>
>
> *A propósito do desafio sobre os novos hábitos de poupança na abertura do
> ano lectivo, resolvi partilhar a minha experiência uma vez que vivo no
> norte da Holanda, onde tudo se passa de modo completamente diferente.*
>
> Em primeiro lugar, os livros são gratuitos. São entregues a cada aluno no
> início do ano lectivo, com um autocolante que atesta o estado do livro.
> Pode ser novo ou já ter sido anteriormente usado por outros alunos. No
> final do ano, os livros são devolvidos à escola e novamente avaliados
> quanto ao seu estado. Se por qualquer razão foram entregues em bom estado e
> devolvidos já muito mal tratados, o aluno poderá ter de pagá-los, no todo
> ou em parte.
>
> Todos os anos, os cadernos que não foram terminados voltam a ser usados até
> ao fim. O contrário é, inclusivamente, muito mal visto. Os alunos são
> estimulados a reutilizar os materiais. Nas disciplinas tecnológicas e de
> artes, são fornecidos livros para desenho, de capa dura, que deverão ser
> usados ao longo de todo o ciclo (cinco anos).
>
> Obviamente que as lojas estão, a partir de Julho/Agosto, inundadas de
> artigos apelativos mas nas escolas a política é a de poupar e aproveitar ao
> máximo. Se por qualquer razão é necessário algum material mais caro
> (calculadora, compasso, por exemplo), há um sistema (dinamizado por pais e
> professores, ou alunos mais velhos) que permite o empréstimo ou a doação,
> consoante a natureza do produto.
>
> Ao longo do ano, os alunos têm de ler obrigatoriamente vários livros.
> Nenhum é comprado porque a escola empresta ou simplesmente são requisitados
> numa das bibliotecas da cidade, todas ligadas em rede para facilitar as
> devoluções, por exemplo. Aliás, todas as crianças vão à biblioteca, é um
> hábito muito valorizado.
>
> A minha filha mais nova começou as suas aulas de *ballet*. Não nos pediram
> nada, nenhum fato nem sapatos especiais. Mas como é universalmente sabido,
> as meninas gostam do *ballet* porque é cor-de-rosa e porque as roupas
> também contam. Então, as mães vão *passando* os fatos e a minha filha
> recebeu hoje, naturalmente, o seu *maillot* cor-de-rosa com tutu, e uns
> sapatinhos, tudo já usado. Quando já não servir, é devolvido. E não estamos
> a falar de famílias carenciadas, pelo contrário. É assim há muito tempo.
>
> O meu filho mais velho começará a ter, na próxima semana, aulas de
> guitarra. Se a coisa for levada mesmo a sério, poderemos alugar uma
> guitarra ou facilmente comprar uma em segunda mão.
>
> Este sistema faz toda a diferença porque, desde que vivo na Holanda,
> terminou o pesadelo do início do ano. Tudo se passa com maior
> tranquilidade, não há a febre do "regresso às aulas do Continente" e os
> miúdos e os pais são muito menos pressionados. De facto, noto que há uma
> grande diferença se compararmos o nosso país e a Holanda (ou com outros
> países do Norte da Europa, onde tudo funciona de forma idêntica). Usar ou
> comprar o que quer que seja em segunda mão é uma atitude socialmente
> louvável, pelo que existe mil e umas opções. Não só se aprende desde cedo a
> poupar e a reutilizar, como a focar as atenções, sobretudo as dos mais
> pequenos, nas coisas realmente importantes.
>
> *Publicado no "PÚBLICO" - 30-09-2011*

A MÃE DO PORTAS?

Acabei de ouvir no youtube o discurso do ainda Ministro das Finanças. Isto não é um "aumento brutal" dos impostos. Isto é um saque a quem trabalha, em particular aos que o fazem por conta de outrem.
Passei pela guerra, passei pelos choques do petróleo, passei pelas vindas do FMI a Portugal. Nada, absolutamente nada, se compara ao que hoje ouvi e ao que, adivinho, ainda vem por aí.
Este programa não é, não pode ser, o único caminho possível, a não ser que desistamos de ser país.
Criem um Conselho de Velhos, de Senadores, que tenham uma longa experiência de governar empresas e instituições em crise e oiçam-nos. Temo-los e de excelente qualidade. Percam o orgulho e vão busca-los, de modo a sairmos desta espiral, desta trituradora que, dia após dia, está a dar cabo de todos nós. Chega, não quero ser nacionalizada!


HSC