quinta-feira, 14 de abril de 2011

partido incómodo!

http://www.pnr.pt/#

Partido incómodo, neste sistema que se diz democrático, não querem que este partido exista!

...Com o PNR, são prioridades, a luta pela Soberania Nacional, pela Família e pela Vida.
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www.pnr.pt
O PNR completa hoje, 11 anos de vida: de uma vida de combate incessante pelo Nacionalismo, por Portugal e pelos portugueses em primeiro lugar.

domingo, 10 de abril de 2011

O mundo interior dos professores

João Ruivo | 2011-04-04

O clima percecionado na maioria das escolas é de desilusão, de desencanto, de anomia profissional.

Os professores portugueses não vivem momentos facilitadores do desabrochar da ilusão, da fantasia criadora e da utopia que leva à vontade de fazer e de vencer.
O clima percecionado na maioria das escolas é de desilusão, de desencanto, de anomia profissional.
Os mais jovens interrogam-se sobre as escolhas que fizeram no momento em que decidiram vir a ser professores. Os que acumularam mais experiência no desenrolar do seu percurso profissional questionam-se sobre o sentido da dádiva desinteressada com que se envolveram numa carreira que, pela sua nobreza e relevância social, deveria ter sido indiscutivelmente gratificante.
As políticas de reconstrução do tecido curricular, organizacional e de vida ativa dos docentes e das escolas correram mal. Correram mal a todos e pelos piores motivos. Correram mal aos governantes, por precipitação, autismo e muita soberba. Correram mal aos professores pelo desrespeito com que foram mimados, pelo desgaste da sua imagem social, e pela total desestruturação do seu mundo conceptual sobre a escola e sobre o seu futuro.
Há muito que os especialistas tentam compreender estes estádios de carreira, ou ciclos de vida dos professores.
Porque são previsíveis e, logo, facilmente controláveis, em termos de expectativas e de procedimentos, a literatura aconselha a manter os docentes em um dos três estádios clássicos do seu percurso profissional:
1- O estádio da sobrevivência, ou da fantasia, que geralmente coincide com o início da carreira, e que se singulariza pela necessidade de afirmação do professor, no contacto que mantém com os seus alunos, com os colegas e com comunidade educativa;
2- O estádio da mestria, em que o professor foca o seu esforço no desempenho profissional, na preocupação de ser um "bom" professor, dominando competências inerentes a essa intencionalidade, pelo que procura respostas adequadas para determinadas situações que o ato de ensinar lhe coloca: o número de alunos por turma, a ausência de regras bem definidas de ação, a falta de materiais e condições para o exercício do seu trabalho na classe, a falta de tempo para a consecução dos objetivos, ou para a abordagem dos conteúdos;
3- O estádio da estabilidade, em que o docente tenta individualizar o ensino, preocupando-se quer com os seus alunos, quer com as suas necessidades e anseios, sejam elas de ordem curricular como de natureza social e, até, familiar.

A pressão permanente sobre o sistema e sobre os professores; a sua menorização pessoal, intelectual e profissional, invariavelmente conduz a situações de prolongado e persistente mal-estar, retirando os docentes de um desses três estádios clássicos e colocando-os no que Francis Füller tão engenhosamente chamou de "curva ou estádio do desencanto".
Infelizmente, vivemos em Portugal um desses momentos raros e que presumimos indesejáveis para todos os intervenientes: professores, pais e governantes. Momento em que se rompeu com um período em que os professores se encontravam em ciclos da carreira de desinteressada dádiva ao sistema, à escola e aos alunos, e que os tinham levado a otimizar o seu investimento pessoal.
O ataque à sua profissionalidade surgiu uma vez e outra, até que esta inesperada e evitável curva do desencanto os atingiu fatalmente.
O acumular de situações provocadas por esta já longa e insuportável conjuntura, por todos conhecida, o retomar insistente de promessas incumpridas de verdadeira descentralização do sistema educativo português, e a negação de se atribuir mais poder de decisão aos professores e às escolas também contribuíram para que a desilusão e o desencanto se enquistassem no sistema, transformando as sinergias naturais em processos de entropia irrefreáveis.
O trabalho do professor é socialmente incontornável. Não depende apenas das políticas e dos políticos. É uma exigência social, reconhecida e validada, que implica com a construção do futuro e com o bem-estar das novas e das mais seniores gerações.
A escola é um bem não negociável. Não pode ser objeto de argumentos de fação, de olhares recriminatórios e de invetivas de tirania psicológica. Não pode, porque o que se faz à escola tem um efeito multiplicador e de imprevisível bumerangue. O desrespeito desleal pela escola marca e vitima os acusadores. A cicatriz social que daí resulta leva tempo a sarar.
O mal-estar que se instalou por demasiado tempo tem custos que ainda estão por calcular. E pagamos todos. Mesmo aqueles que, como nós, continuam a pensar que para com os professores temos uma dívida impagável que releva os momentos menos felizes do exercício da profissão. Porque lhes devemos uma boa parte do que somos e do que ainda queremos vir a ser.

*Porque silenciam a ISLÂNDIA?*

 REPASSE POR FAVOR ! A BEM DE TODOS OS PORTUGUESES ! COMO A
ISLÂNDIA "ABATEU" OS POLÍTICOS CORRUPTOS !


(Estamos neste estado lamentável por causa da corrupção interna – pública e
privada com incidência no sector bancário – e pelos juros usurários que a
Banca Europeia nos cobra.
Sócrates foi dizer à Sra. Merkle – a chanceler do Euro – que já tínhamos
tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha a pão e
água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.
Por isso, acho que era altura de falar na Islândia, na forma como este país
deu a volta à bancarrota, e porque não interessa a certa gente que se fale
dele)
foto
Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à
bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido
no meio do mar, deu a volta à crise.
Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do
sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não
alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.
Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento
excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se
afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que
tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.
A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante
muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas “macaquices”
bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com
melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).
País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde
então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no Poder
até levar o país à miséria.
Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos
conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura
deste organismo não teve comiseração, e a tal “ajuda” ir-se-ia traduzir em
empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima),
que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias
islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350
Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para “tapar” o buraco do
principal Banco islandês.
Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos
despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples:
os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas
sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que
assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os
seus próprios prejuízos.
O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um
referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir
os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.

Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a
realização de novas eleições.
Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística) de 2009, a Islândia foi
a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e
corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria. Um
partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e
conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que
lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP)
perdeu em toda a linha..
Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo:
aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor
de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo
que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter
moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para
implementar as exportações, era fundamental.
Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável
aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na
despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não “estragar” os serviços
públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo
de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem
amamentados pelo Estado.
As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e
conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a
pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser
assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas
características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da
crise sem estender a mão à Banca internacional. Um exemplo perigoso demais.
Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do
neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual
capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma
política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os
faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já
no 3º Trimestre de 2010.
O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua
caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias
melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu,
cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses
hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem
a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas.
Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial,
pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações.
Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que
é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança
social básica, não foi tocado.
Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.
Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos
países mais desenvolvidos do mundo.
O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos.
Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.
Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país
aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao
sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital
internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos
corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que
levei a escrever este artigo.

Por Francisco Gouveia, Eng.º
gouveiafrancisco@hotmail.com

DISTRIBUAM e CIRCULEM

'Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de
dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...'
 Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896
 

Diário da República nº 28 - I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 - RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010.
Poderão aceder através do site http://WWW.dre.pt
Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica
1 - Vencimento de Deputados .................................................12 milhões 349 mil Euros
2 - Ajudas de Custo de Deputados.............................................2 milhões 724 mil Euros
3 - Transportes de Deputados ...................................................3 milhões 869 mil Euros
4 - Deslocações e Estadas .........................................................2 milhões 363 mil Euros
5 - Assistência Técnica (??) .......................................................2 milhões 948 mil Euros
6 - Outros Trabalhos Especializados (??) ...................................3 milhões 593 mil Euros
7 - RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA...............................................961 mil Euros
8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares................................................970 mil Euros
9 - Equipamento de Informática ................................................2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos (??) ....................................................2 milhões 420 mil Euros
11- Edificios ...............................................................................2 milhões 686 mil Euros
12- Transfer's (??) Diversos (??)................................................13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. .................................16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ...........................73 milhões 798 mil Euros
NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é :€ 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) - Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 - 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010.

É VERGONHOSO...., O POVO É QUE TEM DE PAGAR !!!!!!!!!!!! REPASSEM PARA QUE TODOS SAIBAM ACERCA DOS QUE FALAM EM NOME DO POVO E DOS INTERESSES DO PAÍS


O porquê de Portugal estar na falência!
Como se chama a isto em Português?

 PORQUE ESTAMOS NA FALÊNCIA??????

420.000,00 €

TAPadministradorFernando Pinto


371.000,00 €CGDadministradorFaria de Oliveira


365.000,00 €PTadministradorHenrique Granadeiro


250.040,00 €RTPadministradorGuilherme Costa


249.448,00 €Banco PortugaladministradorVítor Constâncio


247.938,00 €ISPadministradorFernando Nogueira


245.552,00 €CMVMPresidente Carlos Tavares


233.857,00 €ERSEadministradorVítor Santos


224.000,00 €ANA COMadministradorAmado da Silva


200.200,00 €CTTPresidente Mata da Costa


134.197,00 €ParpublicaadministradorJosé Plácido Reis


133.000,00 €ANAadministradorGuilhermino Rodrigues


126.686,00 €ADPadministradorPedro Serra


96.507,00 €Metro PortoadministradorAntónio Oliveira Fonseca


89.299,00 €LUSAadministradorAfonso Camões


69.110,00 €CPadministradorCardoso dos Reis


66.536,00 €REFERadministradorLuís Pardal: Refer


66.536,00 €Metro LisboaadministradorJoaquim Reis


58.865,00 €CARRISadministradorJosé Manuel Rodrigues


58.859,00 €STCPadministradorFernanda Meneses


3.706.630,00 €  


51.892.820,00 €     Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias)

 

 


       
        926.657,50 €

 

Média Prémios 


52.819.477,50 €  




 


900,00 €  Média de um funcionário público
 

 



 

58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para
pagar com o mesmo dinheiro...

E DEPOIS AINDA QUEREM SABER SE A MALTA
ESTÁ DISPOSTA A ABDICAR DO SUBSÍDIO DE
FÉRIAS E/OU NATAL PARA AJUDAR O PAÍS...
           

sábado, 9 de abril de 2011

80 - Se calhar não sabiam.

Para todos vós, meus queridos amigos e donos de iates.
> Acorda Zé Povinho!!!!....
> A sacanagem continua.
> Assunto: Gasóleo a 0,80
> O litro gasóleo PARA OS IATES vende-se a 80 cêntimos!...
>
> Agora, todos ficam a saber : quem tem iates e embarcações de recreio beneficia de gasóleo ao preço do que pagam os armadores e os pescadores, por aplicação do Artº 29º do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008.
>
> Assim todos os portugueses são iguais perante a Lei, desde que tenham iates...
>
> É da mais elementar justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham carro a gasóleo o paguem a 1,42€, e os banqueiros e empresários do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é justo, porque estes não têm culpa que os trabalhadores não comprem iates!!!
>
> Eu Diria que é justo porque todos os outros, eu incluído, alimentamos essa canalha.
DANIEL OLIVEIRA: ANTES PELO CONTRÁRIOE
 E se em vez de dar conselhos a banca pagasse impostos?






Com o alto patrocínio do Banco de Portugal, os banqueiros apelaram à intervenção externa - recuso-me a usar eufemismos como "resgate" ou "ajuda". Compreende-se o interesse: sabe-se que parte desse dinheiro irá para os cofres dos bancos. Querem dinheiro? É natural. Mas não finjam que é com o País que estão preocupados.
Mais interessante: os bancos recordam que têm acudido o Estado português, fazendo a intermediação entre com o BCE. Importam-se de repetir? Têm recebido dinheiro barato do BCE para o vender caro ao Estado. De ajudas destas está o Inferno cheio. O que os bancos têm feito é aproveitar as absurdas regras do euro para fazer um excelente negócio.
Se bem me recordo, foi o Estado português que criou um fundo de garantia para segurar os bancos nacionais. E que se enterrou para salvar um deles e para com a nacionalização do BPN impedir, ao que se dizia, uma crise no setor. Eque recebe, dessa mesma banca, a mais baixa contribuição fiscal de todas as empresas. Quem tem acudido quem? Se até a banca se faz de vitima do Estado quer dizer que a vergonha já vale menos do que a nossa divida soberana.
O que não deixa de ser extraordinário é que esta gente, que não produz nada, que vive há décadas pendurada nos negócios do Estado e que, graças aos bons contatos que mantém com o poder político (pagos com simpáticas nomeações para conselhos de administração), garante para si um tratamento de excepção fiscal ainda tenha a suprema lata de dar conselhos à Nação.
Exigem que o Estado aceite uma intervenção externa que lhes garantirá liquidez. A ideia é a mesma de sempre: enforcármo-nos por eles. Caso contrário não emprestam mais dinheiro ao Estado. Uma coisa é certa: o Estado não estaria tão precisado desse dinheiro se os bancos pagassem impostos como as restantes empresas. Que cumpram os seus deveres. Faz-nos mais falta do que os seus conselhos.

Sabem quem possui estes popós, pagos com o nosso rico dinheirinho?

 














Respectivamente: o Presidente, o Vice-Presidente e os restantes 11 juízes do
TRIBUNAL CONSTITUCIONAL
Uma frota automóvel no valor de 665.504 EUR para um tribunal de nomeação política, que por esse facto resolveu comprar automóveis de Luxo e Super Luxo para cada um dos 'Juízes' (13). É o único Tribunal Superior onde os Juízes têm direito a carro como parte da sua remuneração (automóvel para uso pessoal). [A propósito, nestes termos, há obrigatoriedade de retenção em sede de IRS. Será que os senhores juízes se fiscalizam e cumprem, ou ainda não se deram conta?] A que propósito? Pura ostentação! Ninguém se indigna?! Será normal? Quem é que autorizou este disparate? Como é possível? Isto só na República das Bananas ?!!!!!!!! Direito a viatura para uso pessoal, certo e de acordo com a dignidade das funções exercidas. Que a viatura não seja um 'chaço', DE ACORDO! É lógico, compreensível. Mas já passa a ser indignidade o Governo sobrecarregar os portugueses em geral e continuar a impor restrições aos seus servidores públicos (já se esqueceram dos anos sem aumentos ou com aumentos sempre abaixo da taxa real de inflação) e ao mesmo tempo comprar justamente as viaturas mais caras de super luxo para os seus apaniguados.
Tanto se fala em crise, em défice orçamental, mas isso serve apenas para sacar mais impostos e impor mais restrições aos desgraçados trabalhadores por conta de outrem que têm de pagar sem poder refilar. Os Poderosos do Poder dispõem de liberdade total para obterem os maiores benefícios. Metem as mãos nos dinheiros públicos (de todos nós) sem escrúpulos, sem vergonha, sem pudor. Como pode progredir um País assim saqueado permanentemente por pessoas que deviam ser as primeiras a darem o exemplo de seriedade? Em quem podemos confiar quando os mais altos responsáveis dão estes exemplos de saque? Temos direito à indignação !!
Tal comportamento por parte do governo é inaceitável, numa democracia que eles tanto apregoam, mas que na prática é a verdadeira DEMOCRACIA DOS PORCOS!
RAZÃO TINHA GEORGE ORWELL
Repassem e chateiem, por favor. Porque eles merecem....